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Chaotic System - Human Decay

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O cenário da música independente do Rock e das suas infinitas ramificações é, incontestavelmente, um celeiro de talentos e gratas surpresas. Isso é comum. Já fizemos essa afirmação muitas vezes. E em nossas mãos cai um grupo que se encaixa perfeitamente neste conceito. CHAOTIC SYSTEM é uma banda que iniciou suas atividades em 2008 no Rio de Janeiro. Sua sonoridade nos traz gêneros como o Grind, Hardcore, Crust e até mesmo encontramos algo de Death Metal. São velozes, extremos, potentes e nos apresentam uma cozinha instrumental feroz e bem executada com vocais rasgados e intensos, além de letras cheias de protesto. “Human Decay”, EP de 2019, é o último trabalho até o momento, mas há previsão para que o grupo lance um Full em 2020. Destaques: “Tropical Storm”; “Food Turn Into Gold” com seus riffs excelentes; “Mudar” traz uma letra que reflete muito do nosso aspecto político e eleitoral; “Fuck Your Rules”, curtinha e furiosa. É amante de música extrema? Ouça sem medo. Vai se tornar fã. …

Parthak

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Primeira entrevista de 2020 no VIOLENT NOISE. É com orgulho que aqui recebemos, para uma breve conversa, o PARTHAK, grupo baiano que faz um Progressive Death Metal. Conversamos com Humberto, o vocalista, e ele nos falou um pouco sobre a trajetória da banda, a repercussão do primeiro trabalho, a rotina de shows, o cenário do Metal na Bahia e diversos outros assuntos.
Confiram a entrevista e apoiem o nosso underground. Demais detalhes também podem ser obtidos no Facebook oficial do grupo.
Apreciem, divulguem e prestigiem!
Como se deu a origem do grupo e de onde vem o nome?
Humberto: A banda nasceu após a dissolução de duas bandas da cidade: uma praticava Metal Melódico aliado ao Progressivo e a outra executava um Hardcore/Punk. Ao término desses dois projetos, membros de cada um dos grupos resolveram se juntar e formar uma banda de Metal que aliasse a vertente extrema, porém com linhas melódicas. Então eu fiquei nos vocais e Jackson Lima no baixo. Nós vínhamos da ANEURISE, banda de Hardc…

Mortal Vision - Madness of Messiah

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Quarteto da Ucrânia que faz um Thrash Metal na linha oitentista. “Madness of Messiah” é o primeiro registro destes rapazes e foi lançado em outubro de 2019. Com apenas duas músicas e pouco mais de sete minutos de duração total, eles mostram para o que vieram. Riffs matadores, solos rápidos, vocal ligeiramente rasgado, boa marcação no baixo e bateria veloz. Encontramos algo diferente no trampo deles? Nada, mas fazem com estilo, elegância e representando bem o gênero. É o Thrash Metal feito por quem sabe fazer Thrash Metal. – Nota: 9
Faixas:
1. Deceiver 2. Madness of Messiah
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Vaeok - Vaeok

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Duo americano que executa um Black Metal na linha Old School e que acaba de lançar o primeiro EP com título homônimo. Formado por VJS (DEMONCY, NIGHTBRINGER, SARGEIST) e MS (KULT OV AZAZEL), o trabalho nos traz 4 composições bem pesadas, obscuras, rápidas e cruas. Não traz nenhuma novidade ao cenário, mas podemos afirmar que é uma obra bem executada e que muito bem representa o gênero. Com toda certeza, os fãs do estilo irão apreciar. Com riffs gélidos e velozes, “Atrox” é a composição que mais se destaca no EP, seguida logo depois pela ótima “Terricula Nox”, faixa de abertura que começa lenta e suave, mas pouco mais de um minuto após já assume uma posição agressiva. Apreciadores do Metal Extremo, confiram! – Nota: 8
Faixas:
1. Terricula Nox 2. Atrox 3. Malaesthete 4. Souls Void
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She is Dead - Forget Our Dreams

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Este trio de Curitiba faz uma sonoridade que mistura elementos do Rock, Punk Rock e Power Pop. Criada em 2015, a formação da banda é: Mau Carlakoski (guitarra/voz), Kim Tonieto (baixo/voz) e Ricky Volpato (bateria). Suas músicas são bem curtas e já foram lançados dois EPs: “Living in My Hate” e “Forget Our Dreams”. O material que aqui estamos analisando possui 4 ótimas composições em que os maiores destaques são os intensos e fortes riffs de guitarra. Além disso, o ouvinte irá apreciar a cozinha instrumental que é habilidosa e irá curtir músicas com bastante energia. O trabalho abre com “Stay Away”, música que rendeu um clipe simples e bem bacana; “Story of Lies” possui um refrão pegajoso e divertido; “Forget Our Dreams” começa lentona e mais suave, mas logo depois já toma um rumo mais pesado; “I Wanna Live So High”, a última composição, tem um riff pesadão e mais agressivo. Ao final fica aquele gosto de quero ouvir de novo. E é exatamente isso que a gente faz. Se você curte sons com …